sábado, 3 de agosto de 2013






Calou-se-me a voz
Na voz do teu olhar
Olhar que andava perdido
Desde o dia em que fomos nós.
Mil desejos no sonhado mar
E sufoco ao pensar-te comigo.
Estás mudado
Teu sorriso ficou pequeno
Seria então nosso fado?
Vivemos o amor feito à pressa
Perdidos no teu toque sereno.
Hoje este caminho,
Parece não ter fim
Mas nunca me peças...
Que te apague de mim


Garça Real




6 comentários:

AnaMar (pseudónimo) disse...

Belo!
(Os amores nunca se esquecem:-)

Vieira Calado disse...

Isto há coisas que nunca em nós se apagam...
Beijinho para si!

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

Como podemos apagar um amor que se entranhou dentro de nós de uma maneira para a qual não temos explicação . Apenas se sente.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

Humberto Baião disse...

sucinto e bom :)

Evanir disse...


Eu sempre procuro levar palavras de Deus,
palavras de amor e muitas vezes de
conforto quando alguém precisa .
Nunca soube falar nem colocar amigas
ou amigos um contra outro isso é pura maldade.
Em minha postagem procuro sempre postar
coisas , que sinto de verdade mesmo nao
sendo minhas as poesias ou reflexão.
Foi com muita tristeza , que fiz a postagem de hoje
sinto doer meu coração por estar vendo ,
que muita coisa mudou .
Em quase dez anos no mundo virtual.
Hoje venho te desejar um feliz e
abençoado final de semana.
Que , nossa amizade seja eterna
vivendo sempre na fé ,
que conduz nossas vidas ,
e no amor , que alimenta nossas almas.
Beijos ternos e carinhosos hoje e sempre sua amiga.
Evanir.

Humberto Baião disse...

Lavrar poesia é, fazer escolhas
E a tua surge prenhe de arestas
Jardineiro eu que, folha a folha
A depuro, durante as minhas sestas