domingo, 17 de março de 2013



Rumo




Que alma revolta a minha
O rumo está sempre incerto
A vida parece tirada da lotaria
Esconde-se numa total adivinha
O coração ora fechado ora aberto
Os passos em trilhos de pedraria.
Em concha me envolvi
Para sentir que desapareci
Nem tu, nem eu ,ninguém me vê.
Assim me julgava ofuscada
Mas afinal
 Minha presença está patente
Qual folha amarrotada
Se apareces ...
Implorante, amante e carente.


Garça Real


9 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
Amiga,
,
os trilhos do coração,
são folhas por escrever !
,
anímicas conchas,
envolvendo o LagoReal,
ficam,
*

Cristina Cebola disse...

Poema imponente e cheio de sentimento. Ao mesmo tempo a escrita é leve e esvoaçante levando-nos a viajar por mundo oniricos de beleza poética.

O meu abraço!

José disse...

Ó minha amiga Garça Real, Te sinto um pouco tristinha hoje, não adiante te fechares numa concha, se a tristeza estiver contigo, se te abrires tudo será melhor. E depois nem tudo dura sempre, lembra-te disso.

Tem um bom dia, com muita alegria.

Beijosss
José.

Cristina Cebola disse...

Passei, para fazer mais uma visita e desejar uma Santa Páscoa!

O meu abraço!

Nilson Barcelli disse...

Termos um rumo certo não é nada fácil...
Magnífico poema, gostei imenso.
Minha querida amiga, tem uma Boa Páscoa.
Beijo.

vieira calado disse...

Olá, boa noite, como tem passado?
Já passou a Páscoa, 2ª Feira de Pascuela está a ir, e eu acabo de chegar a casa, depois duns dias fora. E com muito restrito acesso à net. Posso agora comunicar com os amigos e deixar
os meus melhores cumprimentos.

O Árabe disse...

Belo texto, amiga, para uma bela imagem! Bom resto de semana.

Fernando Santos (Chana) disse...

Belo poema...Espectacular....
Cumprimentos

Nilson Barcelli disse...

Por onde andas, minha querida amiga... espero que esteja tudo bem contigo.
Um beijo.