terça-feira, 10 de julho de 2018






Durmo sem dormir
Tenho os olhos da espera
De momentos adormecidos
Nesse sono do qual não sabes partir
Sonhas sem sonhar
Momentos em tempos perdidos
Temes o embarque
Balanças nesse porto de abrigo
Onde nem sabes onde está o cais
Andas à deriva, sem rumo
Esqueces.....
Que preciso de muito mais



Garça Real

 

2 comentários:

A Casa Madeira disse...

Olá, passando para ver as novidades por aqui,
já que te achei neste teu outro blog.
Um belo poema; sempre precisamos...
Boa continuação de semana.

Fá menor disse...

Por vezes somos assim: uma barco à deriva em ondas alterosas. Devemos ter a coragem de lhe imprimir um rumo que leve à praia. Nem sempre é bom andar ao sabor das ondas.
:)

Beijinhos.